Depois de quase dois meses correndo para cumprir prazos e conseguir entregar todos os trabalhos das disciplinas teóricas, finalmente botei o pé na cozinha. Não que o curso tenha ficado mais fácil, não. Ao contrário: as exigências aumentaram.
Ando penando para não me atrasar para as aulas, que começam pontualmente às 8h. E é chegar no horário ou ficar fora da aula. Além disso, passar a manhã toda de pé na cozinha não é bolinho. Chega uma hora que dá uma vontadezinha de encostar na bancada, nem que seja por uns segundos apenas. Mas essa é outro pecado mortal. É preciso manter a compostura. Sempre.
Na semana passada, botei minha dolmã pela primeira vez. As aulas já começaram com produção total. No primeiro dia, fizemos uma ratatoulle (a receita e fotos virão logo mais).
Pretendo colocar aqui algumas dicas com o que aprendi por lá. Das aulas práticas e teóricas também. Aguardem os próximos posts.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
Já faz tempo
Que não posto nada. Mas isso tem um motivo: ainda estou meio perdida na nova rotina rotina de aulas pela manhã e trabalho até tarde da noite.
Mas não reclamo. Tô super curtindo a faculdade e fazendo várias descobertas -- não, ainda não coloquei a mão na massa -- por enquanto é só teoria.
Logo vou comprar o material para as aulas práticas (coisa que não vejo a hora de começar) e o uniforme de aprendiz. ;-)
Em breve, mais notícias por aqui (e receitas também).
Pra me despedir uma curiosidade: uma receitinha de um treco que, na antiguidade, servia como conservante e também para tirar gosto ruim da carne que sempre era meio podre. (me disseram que isso é ruim pra cacete, mas se alguém quiser se arriscar...)
INGREDIENTES
peixes gordos o quanto baste( salmão, enguia, sardinha)
ervas aromáticas a gosto(aneto, coentro, funcho, aipo, segurelha, arruda, hortelã, levístico, poejo, orégano e outras)
sal o quanto baste
PREPARO
Num recipiente grande, coloque uma camada de peixe. Em seguida, uma camada de ervas aromáticas. Complete com uma camada (de dois dedos) de sal.
-Repetir sequencia das camadas até encher o recipiente. Feche com uma tampa e deixe marinar durante uma semana.
Nos vinte dias seguintes, mexa a mistura todos os dias, com uma colher que alcance o fundo do recipiente.
- Depois, recolha o licor que ficou por cima, filtre e guarde o líquido em recipientes menores.
Fedorento, não?
Mas não reclamo. Tô super curtindo a faculdade e fazendo várias descobertas -- não, ainda não coloquei a mão na massa -- por enquanto é só teoria.
Logo vou comprar o material para as aulas práticas (coisa que não vejo a hora de começar) e o uniforme de aprendiz. ;-)
Em breve, mais notícias por aqui (e receitas também).
Pra me despedir uma curiosidade: uma receitinha de um treco que, na antiguidade, servia como conservante e também para tirar gosto ruim da carne que sempre era meio podre. (me disseram que isso é ruim pra cacete, mas se alguém quiser se arriscar...)
INGREDIENTES
peixes gordos o quanto baste( salmão, enguia, sardinha)
ervas aromáticas a gosto(aneto, coentro, funcho, aipo, segurelha, arruda, hortelã, levístico, poejo, orégano e outras)
sal o quanto baste
PREPARO
Num recipiente grande, coloque uma camada de peixe. Em seguida, uma camada de ervas aromáticas. Complete com uma camada (de dois dedos) de sal.
-Repetir sequencia das camadas até encher o recipiente. Feche com uma tampa e deixe marinar durante uma semana.
Nos vinte dias seguintes, mexa a mistura todos os dias, com uma colher que alcance o fundo do recipiente.
- Depois, recolha o licor que ficou por cima, filtre e guarde o líquido em recipientes menores.
Fedorento, não?
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Batuque na cozinha, sinhá não quer...
Na cozinha, não. Mas na lavanderia, tudo bem. Sabadão foi dia de estrear o boteco da lavanderia, com direito a feijoada e sambinha.
Mas estréia não foi só do boteco. Foi também a minha primeira feijoada e, como não podia deixar ser, apesar dos muitos convidados, sobrou comida ainda para um batalhão. Claro que a quantidade de fejoada estava em completa sintonia com o tamanho da panela. Isso rendeu comentários da minha faxineira. "Dani, suas panelas estão crescendo".
Estão. Mesmo. Assim como quantidade de convidados. A cada evento, a lista aumenta um pouco. Nesta última, foi a chance de conhecer as novas vizinhas que, como nós são as únicas pessoas com menos de 35 anos no prédio. Sem a gente, a faixa etária por ali beira os 80 anos.
Agora faça as contas: vizinhos com média de idade beirando os 80 + festinha com quase 20 amigos até altas horas da madrugada = dor de cabeça das grandes para a zeladora (e ela nem foi convidada para a caipirinha)
Mas estréia não foi só do boteco. Foi também a minha primeira feijoada e, como não podia deixar ser, apesar dos muitos convidados, sobrou comida ainda para um batalhão. Claro que a quantidade de fejoada estava em completa sintonia com o tamanho da panela. Isso rendeu comentários da minha faxineira. "Dani, suas panelas estão crescendo".
Estão. Mesmo. Assim como quantidade de convidados. A cada evento, a lista aumenta um pouco. Nesta última, foi a chance de conhecer as novas vizinhas que, como nós são as únicas pessoas com menos de 35 anos no prédio. Sem a gente, a faixa etária por ali beira os 80 anos.
Agora faça as contas: vizinhos com média de idade beirando os 80 + festinha com quase 20 amigos até altas horas da madrugada = dor de cabeça das grandes para a zeladora (e ela nem foi convidada para a caipirinha)
segunda-feira, 13 de julho de 2009
A mais barata
Foi meio por acaso que descobri outro dia, junto com o Fernando, o lugar onde a Guinness é a mais barata da Augusta. Trata-se do Kebab Salonu, onde cervejona irlandesa sai pela bagatela de R$ 11. O único inconveniente do local é que eles não têm lá o copão, tipo pint, em que a cerveja é servida tradicionalmente.
Nos outros bares da Augusta, mesmo no pé sujo Ibotirama, a Guinness sai por R$ 16, em média.
Então, se você é fã de Guinness, aproveita e corre lá, porque eu tenho a leve impressão que alguém errou no preço do cardápio _ e ainda não perceberam isso. Afinal, o preço tá quase igual ao do supermercado.
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Macarrão?
Dica interessante para os que frequentam o "baixo Augusta" pela hora do almoço: a cantina Piolin está com um ótimo rodízio de massas. São R$ 13 por pessoa.
O lugar é bem bacana e conta com um atendimento bem simpático (na última quinta os garçons estavam um pouco atrapalhados pelo grande movimento mas, no geral, saiu tudo certo).
Inaugurada há 40 anos, a cantina tem uma clientela interessante: é point e atores de teatro e outras figuras "carimbadas". Na última quinta, Zé do Caixão almoçava lá.
O rodízio oferecia quatro tipos de massa e o capelleti ao molho branco foi o campeão. Também tinha lazanha bolonhesa, nhoque e ravioli de carne.
O lugar é bem bacana e conta com um atendimento bem simpático (na última quinta os garçons estavam um pouco atrapalhados pelo grande movimento mas, no geral, saiu tudo certo).
Inaugurada há 40 anos, a cantina tem uma clientela interessante: é point e atores de teatro e outras figuras "carimbadas". Na última quinta, Zé do Caixão almoçava lá.
O rodízio oferecia quatro tipos de massa e o capelleti ao molho branco foi o campeão. Também tinha lazanha bolonhesa, nhoque e ravioli de carne.
Frango assado de domingo
Mas ontem resolvi apelar para uma solução mais "caseira": peito de frango assado no azeite com alecrim, páprica e limão. Acompanha batinhas e cebolas. Ficou lindo.
Matou a fome do almoço às sete da noite (também, depois do pastel de feira às 14h...). E a vontade de ficar quietinha em casa, enroladinha no sofá.
Só faltou a Ana, que disse que vinha comer e não deu as caras (atenção para o momento bronca: e também nem atendeu ao telefone!). Enfim, perdeu.
A receitinha básica:
Frango em pedaços (pode ser peito e sobrecoxa)
Tempere com sal e páprica e um pouco de suco de limão.
Numa assadeira, coloque o frango e intercale com pedaços de limão, batatas e cebolas. Regue bem com azeite e polvilhe o alecrim.
Leve ao forno (coberto por papel alumínio) por uma hora e meia. Depois, deixei mais 20 minutos para dourar o frango.
Meus babies
Lógico que ainda falta muito treino para ficarem completamente perfeitos, mas o resultado inicial foi mesmo muito bom: eles cresceram direitinho e a massa ficou super leve e saborosa.
Ainda não vou divulgar a receita, porque acho que precisa de uns ajustes. Assim que estiver pronta eu posto aqui (com fotos de mais uma leva dos babies).
PS.: Aceito encomendas. ;-)
terça-feira, 23 de junho de 2009
Produção matinal
E não é que tô morrendo de orgulho da minha produção matinal? Ainda mais depois de uma noite inteira de incertezas -- porque comecei a fazer as ditas cujas ontem à noite. Amassei, amassei e amassei.
Amessei mais e até maldisse a pobre massa que, talvez pelo frio, talvez pela falta de jeito, teimava em não ficar no ponto.
Por fim, enrolei rosquinhas bem pequeninhas, tanto que quando coloquei para "crescer" tinha dúvidas se elas chegaram a ficar coladinhas umas nas outras.
Por causa disso, as rosquinhas passaram uma noite inteira quentinhas, enroladas em uma toalha dentro do forno do fogão (que ficou com a luz acesa). Tudo para garantir o crescimento delas.
Acordei hoje cedo cheia de incertezas. Fui correndo na cozinha, abri o forno e comecei a tirar as camadas de toalha que havia colocado lá para aquecer. Fiquei feliz que só com o resultado.
Agora, dá licença que vou comer rosquinhas quentinhas com café.
Antes, a receita da dona Luci, minha mãe, que faz essas rosquinhas com primor há muitos anos (e muito melhor que eu, que tô só começando).
Massa
40 gramas de fermento biológico
0 3 copos americano de leite morno
12 colheres ( sopa ) de açúcar
03 ovos inteiros ( ligeiramente batidos )
01 colher de ( café ) de sal
01 copo americano bem cheio de óleo
01 kg de farinha de trigo
Modo de preparar:
Dissolver o fermento no leite morno ( não pode estar quente) e agregar os demais ingredientes na ordem dispos ta na receita. Amassar bem para que a massa fique fofa e desgrudando das mãos. Enrole as rosquinhas deixe dobrar de volume. Asse em forne quente.
Retire de forno e passe a calda ainda quente.
Para a calda
02 copos de água
03 copos de açúcar
01 pacote de coco ralado
Leve ao fogo até começar a ferver
domingo, 21 de junho de 2009
Incursão pelo mundo oriental
Saí de lá com um a sacolinha rechada de coisas e uma missão: reproduzir em casa o lamem que uma senhora japonesa, dona de uma das vendas, me ensinou.
No fundo não foi muito difícil, porque a senhora, muito atenciosa e prestativa, me orientou direitinho sobre que ingredientes comprar e como fazer tudo - do caldo, até a ordem dos ingredientes acrescentados depois.
A receita (que pode não ser original, mas foi como a senhorinha me orientou _ claro, adaptei umas coisinhas) ficou ótima.
Para o caldo:
Junte cebola, carne de porco, shoyo e massa de peixe. Coloque tudo na panela de pressão com água e deixe cozinhar até que a carne derreta bem (a minha adaptação aqui foi dar uma 'batidinha' com mixer depois que o caldo estava cozido para engrossar).
Caldo pronto, a vez do "pulo do gato".
Nas quitandas da liberdade, é possível encontrar carne de porco já assada. Usei essa carne para compor o prato, juntamente com acelga, tofu e moyashi. Ah, claro, ainda tem o udon (macarrão).
Pra servir, é só distribuir nas porções do caldo um pouco de cada ingrediente. Pode não ser original (nem tradicional), mas é minha versão do prato.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Canjica de Amendoim
Gente!!! Como assim?
Quer dizer que nas milhares de quermesses da cidade só servem aquela canjiquinha aguada com açúcar (ou leite condensado) e canela? Afe!
Então, pessoas, prestem atenção!
Para canjica
Se você tiver tempo e paciência, o ideal é comprar o milho para canjica cru (de preferência, do branco). Mas aí, para ter um resultado bacana, tem que deixar o milho de molho na água de um dia para outro. Depois, cozinhar na panela de pressão.
Mas, se você, como eu, resolve fazer as coisas e tem que ser naquela hora e não no dia seguinte, tem umas boas opções de canjica já cozida no vapor no mercado.
Com a canjica já cozida, começa o principal:
Para 200 gramas (ou um copo bem cheio) de canjica cozida, uso um litro de leite e uma lata de leite condensado. E uma pitada de sal.
O segredo é deixar a canjica cozinhando no leite até o caldo engrossar e ficar um creme. Quanto mais cremosa, melhor. Depois é só colocar meia xícara de amendoim torrado e moído (tá, podem usar umas duas paçocas Amor amassadas). E pronto. Sirva quentinha!
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